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quinta-feira, julho 9

Eu já mal sei donde sou.


Eu já mal sei donde sou. Como certas plantas em todos os terrenos deito raízes. Onde chego, julgo sempre que vou ficar.

Passei a viver com o mar e para o mar, ouvindo só a sua voz, suave canção das ondas mansas ou fúria de doidos vagalhões…

Tive horror ao sofrimento quando, por não lhe perceber o sentido, com injustos olhos o vi. Mas contou-me os seus segredos, desvendou-me os seus tesouros, e desde então eu lhe chamei: oh! Meu mestre! Oh! Meu amigo.

Palvras de: Luísa Grande, o Eça Queiroz de Saias