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quarta-feira, julho 1

Afinal, era verdade!

Esta é a foto de que falo, só a publico porque … não sei bem porquê! (A minha mãe está na fila de trás, à esquerda)


Quando procuramos memórias tão antigas surge, por vezes, a dúvida.

Será que aquilo que recordo, ou como me recordo, verdadeiro?

Será que eu creio que foi assim, mas em realidade foi de outra maneira?

Em todo caso, a base é sempre verdadeira, por alguma razão ao fim de tantos anos ficaram retidos na memória factos, sensações ou sentimentos que não conseguimos esquecer.

Mas, por vezes o destino se encarrega de nos dar algumas simples provas e então dizemos: - Afinal, era verdade!

Encontrei uma velha foto, de cuja existência não me lembrava, tirada durante a viagem no Irpína, onde me vejo ainda com as tranças rematadas com um laçarote e onde aparecem a minha mãe e algumas amigas de viagem, como ela mesma diz no verso da foto:
Amigas de viagem, já mandei muitos (retratos), resta este. C… parecia um postal, dela mandei todos…

Ofereceram-me muitos retratos…Alguns como eu sabia….

Muitos não me entendiam: espanholas, italianas, mas que me chamavam “a simpática portuguesa”

Algumas palavras estão já apagadas pelo tempo …